NOTÍCIAS


Soja estável nesta 5ª em Chicago à espera de novidades

O impacto dos juros nos EUA e dados do USDA


O mercado internacional da soja, nesta quinta-feira (15), registra mais um pregão de estabilidade na Bolsa de Chicago e, por volta das 7h40 (horário de Brasília), as variações entre as posições mais negociadas eram positivas e variavam entre 0,50 e 1,50 ponto. Dessa forma, os indicativos principais ainda atuavam entre US$ 10,20 e US$ 10,50 por bushel. 

Os traders já conhecem os fundamentos que regem os preços da soja na CBOT neste momento e, à espera de novas informações, seguem na defensiva, reajustando suas posições e mantendo os preços entre as referências de suporte e resistência observada nas últimas semanas. 

A atenção, porém, agora se divide também com a alta dos juros nos Estados Unidos, anunciada no fim da tarde de ontem pelo Federal Reserve, e que pode motivar uma alta da moeda norte-americana frente às demais divisas, inclusive o real. No final do pregão de ontem, a moeda brasileira conseguiu um fôlego e fechou em alta após consecutivas baixas. A movimentação, caso se estenda, pode promover uma recuperação dos preços no Brasil, como explicam analistas e consultores de mercado.

Ainda nesta quinta-feira, chegam os novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre as vendas semanais para exportação do país. Há quase 80% da soja norte-americana estimada para exportação já comprometida. 

Fonte: Noticias Agricolas


Quarta-Feira, 15 de Dezembro de 2016.





La Niña perde força no Sul do Brasil

Fonte: Notícias Agrícolas


A Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) publicou na última segunda-feira (17) seu novo Relatório Sazonal sobre o clima, com uma projeção que vai até outubro de 2017 e na qual se destaca que o desenvolvimento do fenõmeno climático La Niña perde força.

Até este momento, as previsões passam por um estado entre um La Niña "débil" ou com "frio neturo".

"Ainda que com menor intensidade que a prevista inicialmente, o La Niña vai afirmando gradualmente a sua presença sobre as zonas do oeste do Cone Sul que se encontram mais próximas do Oceano Pacífico, onde fica o seu foco de ação", indicou a BCBA.

Por esta causa, Peru, Bolívia, Chile, o noroeste argentino, a província de Cuyo e o noroeste da região pampeana, onde os efeitos do La Niña são positivos, terão chuvas acima do normal, que irão repor as reservas de umidade dessas áreas, que durante as temporadas anteriores sofreram uma seca prolongada.

Por outro lado, o leste do Paraguai, o sul do Brasil, o Uruguai e o leste da Argentina, onde a ação do La Niña é negativa, devem ser pouco afetadas por este fenômeno, ao mesmo tempo em que experimentarão uma ação positiva do Atlântico, dando como resultado um cenário próximo ao normal, em seus valores médios, ainda que bastante perturbado pelos fatores antagônicos atuantes.

"Desta maneira, os fatores climáticos se combinarão para prover um cenário favorável para a produção em maior parte da área agrícola do Cone Sul", aponta o informe, que foi elaborado pelo engenheiro agrônomo Eduardo Sierra.

O estado do Oceano Atlântico Sul

Desde meados do ano passado, o Atlântico Subtropical mostra um movimento antagônico entre a corrente marítima quente do Brasil, que traz água quente do Equador até o sul, e a corrente marítima fria de Malvinas, que traz água fria do Mar Glacial Antártico até o norte.

Este fenômeno vem produzindo perturbações que enviam ar frio e úmido para o continente, causando uma grande persistência de mau tempo sobre o litoral atlântico.

Se espera que esta situação persista durante a maior parte da temporada 2016/17, provocando chuvas sobre as áreas próximas ao Litoral Atlântico, mitigando consideravelmente a ação do "La Niña" sobre essas zonas.

Risco de geadas na primavera

O mês de outubro trará risco de geadas localizadas até o centro da província de Buenos Aires e nas regiões serranas próximas à Cordilheira, ao mesmo tempo em que no norte e nas zonas baixas da Argentina, apenas será possível observar entradas de ar fresco, sem capacidade de dano.

Em novembro, os riscos de geadas virão apenas para as regiões serranas da província de Buenos Aires e outras regiões serranas.

Em dezembro, como é normal, desaparecerá todo o risco de geadas, mas ainda serão produzidas algumas interrupções de ar fresco, que afetarão o Litoral Atlântico e as zonas serranas.

Risco de calor extremo no verão

Os fatores climáticos atuantes farão com que o calor do verão modere a sua intensidade, ficando abaixo ou próximo do normal.

Na área em que a La Niña provocará efeitos positivos (Bolívia, noroeste argentino, Chaco paraguaio, o oeste do Chaco argentino, a província de Cuyo e partes do Chile), a elevada nubulosidade associada às chuvas e os solos bem providos de água se unirão para moderar as temperaturas.

Em toda a extensão próxima ao Litoral Atlântico do Brasil, Uruguai e Argentina, assim como na parte oriental do Paraguai, os ventos marítimos provocados pelo choque das correntes quentes e frias, farão com que as temperaturas se mantenham abaixo do normal, mas porém, com alguns episódios de calor intenso.


Quinta-Feira, 21 de Outubro de 2016.





Poletto realiza palestra sobre Manejo da Soja para altas produtividades

Com o Dr. em Agronomia Elmar Luiz Floss


Na tarde do dia 19 de Agosto, tivemos a honra de ouvir o Professor e Dr. em Agronomia Elmar Luiz Floss em uma palestra sobre: " manejo da cultura da Soja para Altos rendimentos" onde, cerca de 70 produtores participaram para, agregar mais conhecimento e técnica em seu trabalho. Agradecemos a presença de todos.

 


Segunda-Feira, 23 de Agosto de 2016.





25 DE JULHO - DIA DO PRODUTOR E MOTORISTA

PARABÉNS AOS QUE PRODUZEM E TRANSPORTAM NOSSO ALIMENTO



Domingo, 25 de Julho de 2016.





Poletto participa de evento da Biotrigo, para treinamento sobre qualidade de trigo

Profissionais ouviram palestras sobre os fatores que influenciam a qualidade do trigo, desde a escolha da cultivar, até estratégias de segregação e uniformidade


 

Cerca de 40 profissionais das empresas associadas da Acergs (Associação das Empresas Cerealistas do Rio Grande do Sul) participaram de um treinamento nesta sexta-feira (15), na sede da Biotrigo Genética, em Passo Fundo/RS e na empresa Vicato Alimentos, em Sananduva/RS. A solicitação partiu da Acergs para que os associados possam melhor orientar seu agricultor, receber e processar o trigo de forma mais eficiente, classificar e segregar, e dar uma condição de produto diferenciado na hora de vender para os moageiros. Segundo o diretor executivo da Acergs e do Sindiagro, Alceu Menegol, os associados precisam levar para suas empresas a ideia de que é necessário trabalhar com o trigo de forma a qualificar cada vez mais a produção no Estado. “Se fizermos um trabalho bem feito no começo chegaremos lá na frente com produtos que podem ser armazenados coletivamente e comercializados de forma mais vantajosa para todos os elos da cadeia”, disse.
São os consumidores finais que movimentam uma cadeia produtiva. Quando alguém vai ao mercado, busca produtos (pães, massas, biscoitos) que tem padrões de qualidade conhecidos. A indústria, por sua vez, busca farinhas de trigo com variações aceitáveis de qualidade ao longo do ano. Os moinhos precisam encontrar lotes de trigo compatíveis com o perfil de qualidade desses produtos e com as exigências destes clientes. E o armazenador, que está inserido nessa exigente cadeia produtiva, o que deve fazer? Segundo o Gerente de Novos Negócios da Biotrigo, Rodrigo Basso, a empresa trabalha com três pilares: produtividade, segurança e qualidade. Mas uma coisa não é possível fazer sem os cerealistas: dar identidade ao trigo. “Essa identidade é muito importante para mostrar para o comprador do trigo, que é o cliente imediato, o que você tem para oferecer para ele”. A segregação tem como objetivo agrupar as cultivares compatíveis de acordo com suas características. “O primeiro passo para segregar em lotes é escolher a cultivar na hora de semear e buscar uma semente certificada. Ou seja, o ideal é atrelar a venda de semente ao recebimento dos grãos. Outra maneira é separar uma moega para destinar tudo aquilo que você não quer”, recomenda. Por isso, é importante conhecer as necessidades dos possíveis compradores, os moinhos, além de levar em conta o nível de investimento da lavoura e o perfil do agricultor. “Precisamos de uma mudança de visão para entender e atender este mercado, e buscar liquidez com lotes segregados”, complementa Basso.
A Supervisora de Qualidade Industrial da Biotrigo Genética, Kênia Meneguzzi, falou sobre os diferentes parâmetros de qualidade, que variam de acordo com cada elo da cadeia e como a cultivar a ser plantada ganha relevância, já que precisa se enquadrar em várias características. Já a fiscal agropecuária do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Helena Pan Rugeri orientou os cerealistas sobre o Programa Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes da Área Vegetal (PNCRC/Vegetal), que incentiva a adoção de boas práticas agrícolas para reduzir os resíduos de contaminantes em alimentos.

 

Manejo adequado para colher mais e melhor
Os manejos de fertilidade e de altas produtividades, a escolha consciente sobre a cultivar a ser semeada também são fatores que refletem na qualidade do produto final. Segundo Tiago de Pauli, engenheiro agrônomo e Supervisor Comercial da Biotrigo, o rendimento e a qualidade estão diretamente ligados ao manejo. "A partir do manejo, conseguimos incrementar mais rendimento e mais qualidade ao nosso trigo. Além disso, uma planta bem nutrida resiste mais forte às possíveis doenças”, explica. O agrônomo ainda falou sobre a relevância da correta aplicação de nitrogênio, controle fitossanitário e colheita. “Quanto mais conhecimento aplicarmos em cima de cada área, melhores resultados teremos de produtividade, qualidade, maior liquidez e comercialização de produto”.

 

A visão do moinho
Na parte da tarde os cerealistas se deslocaram até a Vicato Alimentos para entender a visão da indústria sobre trigos, qualidade de matérias-primas e das diferentes farinhas. O Supervisor de Qualidade da Vicato Alimentos, Enio Demartini, mostrou quais e como são os testes que determinam o perfil de uma farinha e suas possíveis aplicações. “Os consumidores são exigentes e não aceitam oscilação de qualidade”, relata.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Biotrigo/DW Press


Segunda-Feira, 19 de Julho de 2016.





USDA indica maior demanda por soja e estoques de milho abaixo do esperado

Relatório de 12/07


O mercado da soja na Bolsa de Chicago dá continuidade às boas altas registradas na sessão anterior e sobe mais de 15 pontos na manhã desta quarta-feira (13). Assim, as posições mais negociadas já trabalhavam acima dos US$ 11,00 por bushel, com o agosto/16 valendo US$ 11,18. Os novos ganhos já começaram a aparecer no pregão da madrugada. 

Segundo explicam analistas, os traders receberam bem os números apresentados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta terça (12), em seu reporte mensal de oferta e demanda, que indicaram maior demanda pela soja norte-americana - com aumento das exportações e esmagamento - além de estoques globais menores da temporada 2016/17. 

Ao mesmo tempo, os futuros da oleaginosa ainda seguem encontrando suporte no clima norte-americano, para o qual as últimas previsões indicam que, nos próximos 6 a 14 dias, o tempo deverá ser mais quente e seco, podendo trazer alguma ameaça à nova temporada norte-americana. 

Paralelamente, a atenção ao financeiro continua. Após a forte alta da sessão anterior - de mais de 4% - o petróleo volta a recuar nesta quarta, perdendo pouco mais de 1% em um movimento de realização de lucros. As demais commodities, no entanto, seguem em alta, com destaque para o algodão, que sobe mais de 2% em Nova York,

Soja fecha com fortes altas em Chicago nesta 3ª feira após números do USDA e financeiro

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago reagiram bem aos números divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta terça-feira (12) e fecharam a sessão com altas de 24 a 30 pontos entre os vencimentos mais negociados. As primeiras posições voltaram à casa dos US$ 11,00 por bushel, enquanto o novembro/16, referência para a nova safra americana, fechou o dia valendo US$ 10,86. 

Os novos dados do departamento norte-americano permitiram algumas interpretações, porém, vieram dentro das expectativas do mercado para a oleaginosa e parecem ter sido bem recebido pelos traders. Afinal, tanto para a temporada 2015/16, como para a 2016/17, o USDA revisou para cima os números da demanda, além de indicar estoques finais da nova safra mais ajustados e menores do que a corrente. 

"O lado altista da minha análise é o aumento da atividade interna e a performance das exportações (dos EUA) na próxima temporada", explica a analista de mercado Andrea Cordeiro, da Labhoro Corretora. O USDA aumentou O esmagamento americano na safra 2016/17 de 52,12 milhões para 52,39 milhões de toneladas, enquanto as exportações passaram de 51,71 milhões para 52,25 milhões de toneladas. E, mais uma vez, o USDA aumentou sua estimativa para as exportações da safra corrente dos EUA, elevando-as de 47,9 milhões para 48,85 milhões de toneladas. 

A instituição indica ainda que os estoques finais mundiais da safra 2016/17 deverão ficar em 67,1 milhões de toneladas, contra pouco mais de 72 milhões da temporada atual. Entretanto, projeta ainda um aumento das exportações mundiais, contando só as da China que passariam, em uma temporada, de 83 milhões para 87 milhões de toneladas.


Terça-Feira, 13 de Julho de 2016.





Previsões de Chuva nos próximos 07 dias no EUA fazem mercado cair na Bolsa

Fim de semana choveu 100 mm no Kansas e Missouri


As cotações futuras da soja negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta terça-feira (5) com forte queda. Por volta das 12h34 (horário de Brasília), as principais posições da oleaginosa exibiam perdas entre 53,25 e 60,75 pontos. O vencimento julho/16 a US$ 11,15 por bushel, enquanto o novembro/16 a US$ 10,76 por bushel.

De acordo com informações reportadas pela analista de mercado da Labhoro Corretora, Andrea Cordeiro, as cotações são pressionadas pela atualização dos mapas climáticos, que indicam um volume maior de chuvas nos próximos 7 dias. "Além disso, também tivemos chuvas ao longo do final de semana prolongado nos EUA, mas em menor intensidade do que o previsto", explica.

Ainda no final de semana, os estados de Kansas e Missouri, as chuvas ficaram próximas de 100 mm. Algumas localidades de Indiana e o centro sul de Illinois receberam precipitações ao redor de 50 mm. Por outro lado, áreas importantes como Iowa não receberam chuvas. As informações são da Labhoro Corretora.

Na semana anterior, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estimou um incremento de 1% na área plantada com o grão nesta temporada. Com isso, a perspectiva é que os produtores norte-americanos tenham semeado 33,87 milhões de hectares no ciclo 2016/17.

O departamento norte-americano também reportou que 72% das lavouras da oleaginosa apresentavam boas ou excelentes condições até a semana anterior. Em torno de 23% das plantações apresentavam condições regulares e 5% estavam em condições ruins ou muito ruins. As informações serão atualizadas no final da tarde desta terça-feira.

Além disso, as informações vindas do mercado financeiro também contribuem para pressionar as cotações da oleaginosa. "Tivemos algumas preocupações em relação à economia da China e qual será o impacto da possível saída do Reino Unido da Zona do Euro. E sabemos que nas commodities, os fundos de investimentos estão bem comprados e com esse movimento de aversão ao risco eles acabam liquidando suas posições, o que ajuda a pressionar ainda mais os preços. Nessa madrugada, as bolsas da Europa e Ásia caíram", afirma o consultor de mercado da FCStone, Glauco Monte. 

O mercado ainda aguarda o boletim de embarques semanais do USDA. Na última semana, Na semana encerrada em 23 de junho, os embarques norte-americanos foram de 272,066 mil toneladas, contra 315,382 mil da semana anterior, dentro do intervalo esperado pelos traders de 190 mil a 380 mil toneladas. No acumulado da temporada, os embarques já somam 44.248,867 milhões de toneladas, contra 47.886,763 milhões da anterior.

Ainda nesta segunda-feira, as bolsas de Chicago e Nova York não funcionaram devido à comemoração do feriado do Dia da Independência, um dos mais importantes nos Estados Unidos.


Terça-Feira, 06 de Julho de 2016.





USDA estima aumento de 7% na área de milho e 1% na soja para safra 2016/17 dos EUA

Clima em julho e agosto é chave para os resultados, diz analista


O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe, nesta quinta-feira, 30 de junho, seus novos números de área indicando um aumento de 7% para o milho e de 1% para a soja em relação a 2015. 

A área estimada para a soja é de 33,87 milhões de hectares, menor do que a média das expectativas do mercado de 33,98 milhões. Em março, porém, o USDA estimava 33,28 milhões de hectares e, no final de 2015, 33,45 milhões. 

Sobre o milho, a projeção do departamento é de 38,08 milhões de hectares de área plantada e, caso se confirme, será a maior desde 1944 no país. O número vem bem acima da média das expectativas dos traders, de 37,54 milhões de hectares.

Os dados divulgados pelo USDA revelam mais área na soja e no milho, e estoques maiores. São projeções que mostram um quadro a favor da oferta nos Estados Unidos. No entanto, estas estimativas seguirão condicionadas ao clima. Apenas condições climáticas positivas entre julho e agosto poderão influenciar resultados excelentes de safra, mas até o momento a expectativa de clima seco permanece chamando a atenção do mercado na Bolsa de Chicago.

O plantio de soja nos Estados Unidos ocorre principalmente entre maio e junho, e atualmente está concluído com 72% das lavouras americanas de soja em condições de boas a excelentes. Apesar das boas condições atualmente, o clima permanece como motivo de atenção e será fundamental entre julho e agosto. Condições de seca são esperadas para este período importante.

Na safra 2015/16 com a área de 82,7 milhões de acres foi colhida uma safra recorde de 106,88 milhões de toneladas. Na safra passada a área de milho era de 88,0 milhões de acres, resultando em uma produção de 345,49 milhões de acres, como terceiro recorde de produção americano.


Quinta-Feira, 01 de Julho de 2016.





Soja inicia a semana registrando boas altas

Bolsa de Chicago e busca os US$ 12 por bushel


O mercado internacional da soja inicia mais uma semana em campo positivo e atuando com fortes altas na Bolsa de Chicago. Na sessão desta segunda-feira (13), as primeiras posições já buscavam os US$ 12,00 por bushel e as altas variavam de 12 a 14 pontos, por volta das 7h50 (horário de Brasília).

Os traders seguem operando diante de fundamentos ainda muito positivos, principalmente os que indicam uma oferta muito apertada para uma demanda crescente, além do tempo mais quente e seco nos Estados Unidos, o que poderia trazer algum prejuízo para a nova safra norte-americana. 

E ainda nesta segunda, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo reporte semanal de acompanhamento de safras - às 17h (Brasília) - e o mercado também  já se posiciona à espera desses números. Na última semana, até o domingo (5), a área plantada alcançava os 83%. 

Veja como fechou o mercado na última semana:

Soja em Chicago acumula 9 semanas de alta e mercado no Brasil mantém preços elevados

Os principais vencimentos da soja negociados na Bolsa de Chicago registraram sua nona semana consecutiva de altas, registrou seus melhores patamares em mais de dois anos e, no balanço, os ganhos nestas posições variaram entre 4,09% e 7,14%. O contrato novembro/16, referência para a safra americana, foi o que registrou seu melhor desempenho alcançando e terminou a semana cotado a US$ 11,62 por bushel, reduzindo sua diferença em relação ao primeiro vencimento - julho/16 - que terminou com US$ 11,78. 

O mercado internacional da soja inicia mais uma semana em campo positivo e atuando com fortes altas na Bolsa de Chicago. Na sessão desta segunda-feira (13), as primeiras posições já buscavam os US$ 12,00 por bushel e as altas variavam de 12 a 14 pontos, por volta das 7h50 (horário de Brasília).

Os traders seguem operando diante de fundamentos ainda muito positivos, principalmente os que indicam uma oferta muito apertada para uma demanda crescente, além do tempo mais quente e seco nos Estados Unidos, o que poderia trazer algum prejuízo para a nova safra norte-americana. 

E ainda nesta segunda, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo reporte semanal de acompanhamento de safras - às 17h (Brasília) - e o mercado também  já se posiciona à espera desses números. Na última semana, até o domingo (5), a área plantada alcançava os 83%. 

Veja como fechou o mercado na última semana:

Soja em Chicago acumula 9 semanas de alta e mercado no Brasil mantém preços elevados

Os principais vencimentos da soja negociados na Bolsa de Chicago registraram sua nona semana consecutiva de altas, registrou seus melhores patamares em mais de dois anos e, no balanço, os ganhos nestas posições variaram entre 4,09% e 7,14%. O contrato novembro/16, referência para a safra americana, foi o que registrou seu melhor desempenho alcançando e terminou a semana cotado a US$ 11,62 por bushel, reduzindo sua diferença em relação ao primeiro vencimento - julho/16 - que terminou com US$ 11,78. 


Domingo, 13 de Junho de 2016.





USDA confirma expectativas e reduz estoques finais de soja e milho

Safra nova do EUA


O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo reporte mensal de oferta e demanda e, atendendo às expectativas do mercado, reduziu os estoques finais da safra 2016/17 tanto da soja quanto do milho no país. Já os números de área e produção, em ambas as culturas, ficaram inalterados. 

Soja EUA - Safra 2016/17

A safra 2016/17 dos EUA segue estimada em 103,42 milhões de toneladas, com produtividade de 52,95 sacas por hectare, área plantada de 33,27 milhões e colhida de 32,94 milhões. 

Já os estoques finais caíram de 8,03 milhões para 7,06 milhões de toneladas, enquanto as exportações subiram de 51,3 milhões para 51,71 milhões de toneladas. Enquanto isso, o esmagamento permaneceu em 52,12 milhões de toneladas. 

Mundo - Safra 2016/17

No cenário mundial, a produção foi revisada para baixo e ficou em 323,7 milhões de toneladas, contra 324,2 milhões reportadas em maio. Assim, os estoques finais globais passaram de 68,21 milhões para 66,31 milhões de toneladas. 

O USDA, por outro lado, manteve suas projeções para a safra do Brasil em 103 milhões de toneladas e da Argentina em 57 milhões. Já as exportações brasileiras caíram para 59,7 milhões de toneladas e as argentinas, mantidas em 10,65 milhões de toneladas. 

Sobre as importações da China, manutenção ns 87 milhões de toneladas. 

 


Quinta-Feira, 10 de Junho de 2016.





Complexo soja renova máximas na Bolsa de Chicago

Grão fecha com melhores preços em quase 2 anos


 e grão fecha com melhores preços em quase 2 anos


Terça-Feira, 08 de Junho de 2016.





Importações de soja da China em maio sobem 25%

Em 1 ano e passam de 7 milhões de tons


A demanda mundial ainda muito intensa tem sido um dos mais importantes fatores de alta para os futuros da soja negociados nos mercados internacionais. Assim, mais uma vez as importações da oleaginosa pela China surpreenderam ao somar, em maio, 7,7 milhões de toneladas. De acordo com os últimos números reportados pela Adminitração Geral da Alfândega da nação asiática, o volume é 8,3% maior do que o registrado em abril e, em relação ao mesmo mês do ano passado, o incremento é de 25%. No acumulado de 2016, as compras chinesas já superam as de 2015 em 14,5%. 

Os gráficos a seguir são da consultoria Allendale e mostram a evolução e comportamento das importações de soja da China. O primeiro compara, mês a mês do ano comercial - de outubro a setembro - as safras 2013/14, 2014/15 e 2015/16. O segundo, por sua vez, indica as compras, na primeira situação, de outubro a maio e, na segunda, as perspectivas para o período de junho a setembro.  

A demanda mundial ainda muito intensa tem sido um dos mais importantes fatores de alta para os futuros da soja negociados nos mercados internacionais. Assim, mais uma vez as importações da oleaginosa pela China surpreenderam ao somar, em maio, 7,7 milhões de toneladas. De acordo com os últimos números reportados pela Adminitração Geral da Alfândega da nação asiática, o volume é 8,3% maior do que o registrado em abril e, em relação ao mesmo mês do ano passado, o incremento é de 25%. No acumulado de 2016, as compras chinesas já superam as de 2015 em 14,5%. 

Os gráficos a seguir são da consultoria Allendale e mostram a evolução e comportamento das importações de soja da China. O primeiro compara, mês a mês do ano comercial - de outubro a setembro - as safras 2013/14, 2014/15 e 2015/16. O segundo, por sua vez, indica as compras, na primeira situação, de outubro a maio e, na segunda, as perspectivas para o período de junho a setembro.  


Terça-Feira, 08 de Junho de 2016.





Agroconsult estima em 700 mil t importações de milho da Argentina este ano

As importações de milho da Argentina pelo Brasil deverão atingir neste ano pelo menos 700 mil toneladas


As importações de milho da Argentina pelo Brasil deverão atingir neste ano pelo menos 700 mil toneladas, estimou nesta quinta-feira a consultoria Agroconsult, com os criadores de aves e suínos brasileiros buscando alternativas para um mercado apertado da matéria-prima e preços altos, após grandes exportações do cereal nos últimos meses.

Se esse volume previsto for confirmado, será a maior importação de milho argentino pelo Brasil desde o ano 2000, quando os brasileiros buscaram na Argentina 1,5 milhão de toneladas, de acordo com dados do governo brasileiro.

Volumes tão grandes de importação são atípicos. Nos últimos anos as compras externas do Brasil não superaram 1 milhão de toneladas de todas as origens. Mas neste ano a Argentina está com mais força no mercado internacional após recente mudança de políticas e tributos pelo novo governo argentino.

Segundo o diretor da Agroconsult, André Pessôa, das 700 mil toneladas, 100 mil devem desembarcar no país em abril.
A Reuters informou ao final de março que o Brasil fechou uma série de importações de milho, diante de preços recordes no mercado local. O cereal é cotado em torno de 50 reais a saca na importante praça de Campinas (SP).
Pessôa disse esperar preços sustentados do milho ao longo do ano, especialmente porque os produtores já venderam antecipadamente boa parte da segunda safra brasileira, que é a maior e promete trazer um pouco de alívio à oferta.
Diante dos custos em alta, a consultoria avalia que a produção de aves será deficitária pelo quinto mês consecutivo.
(Por Natália Scalzaretto)

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/agroconsult-estima-em-700-mil-importacoes-de-milho-da-argentina-este-ano-19038581.html#ixzz46Ih8xLyR


Segunda-Feira, 19 de Abril de 2016.





Milho: RS quer importar meio milhão de toneladas da Argentina

Empresas do setor de suínos e aves aguardam isenção de PIS/Cofins e negociam com governo estadual postergar o pagamento de ICMS


Empresas do setor de suínos e aves aguardam isenção de PIS/Cofins e negociam com governo estadual postergar o pagamento de ICMS
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Segunda-Feira, 19 de Abril de 2016.





Ucrânia deverá colher 19,3 mi t de trigo em 2016, diz consultoria Agritel

A safra de trigo da Ucrânia, importante exportador global, deverá atingir 19,3 milhões de toneladas em 2016


A nova previsão, realizada após uma expedição técnica pelo país no início do mês, compara-se à avaliação inicial da Agritel feita em dezembro, que projetou uma safra ucraniana de 17,2 milhões de toneladas, com potencial máximo de 18,1 milhões.

A nova estimativa ainda está abaixo da colheita de 2015 no país, que foi de 26,5 milhões de toneladas, depois que uma seca no outono cortar drasticamente a área plantada com trigo de inverno.

Ainda assim, a Agritel acompanhou outras consultorias ao dizer que um inverno moderado e um clima positivo na primavera beneficiaram as lavouras do cereal.

Em um parte do relatório sobre a região do Mar Negro, a empresa também indicou sua primeira previsão para a safra 2016 da Rússia, que deverá ser de 62,3 milhões de toneladas, com poucas alterações ante o ano passado, citando bons potenciais de produtividade.


Segunda-Feira, 19 de Abril de 2016.